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	<title>CiênciActiva</title>
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		<title>Uma nova espécie de búzio deu à costa no Algarve</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 11:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[biosfera]]></category>
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		<description><![CDATA[O projecto de cartografia da vida marinha na costa algarvia permitiu aos investigadores do Centro de Ciências do Mar identificar 32 novas espécies. A mais recente é um pequeno búzio de dois centímetros de comprimento que só foi encontrado no Sul do País. Entre a descoberta inicial e a comprovação de que a espécie não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=713&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O projecto de cartografia da vida marinha na costa algarvia permitiu aos investigadores do Centro de Ciências do Mar identificar 32 novas espécies. A mais recente é um pequeno búzio de dois centímetros de comprimento que só foi encontrado no Sul do País. Entre a descoberta inicial e a comprovação de que a espécie não estava registada passaram seis anos.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/12/buzio.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-712" title="buzio" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/12/buzio.jpg?w=357&#038;h=169" alt="" width="357" height="169" /></a>Um biólogo do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve descobriu durante um mergulho uma nova espécie de búzio. O minúsculo Fusinus albacarinoides foi encontrado durante um trabalho de campo, que tem como objectivo é traçar um mapa da biodiversidade da costa algarvia.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi a primeira vez que este gastrópode foi identificado e registado a nível mundial. &#8220;Começámos a descobrir indivíduos desta nova espécie a partir de 2002 e 2003, entre as zonas marítimas de Albufeira e Armação de Pêra&#8221;, explicou ao DN Carlos Afonso, o responsável pelo achado.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de no início parecer tratar-se de uma espécie semelhante a outras duas já identificadas uma investigação mais cuidadosa nos anos seguintes abriu caminho a outra conclusão. &#8220;É como os ingleses costumam dizer, a espécie é overlooked, pensa-se que é uma coisa e classifica-se como uma espécie já existente&#8221;, explicou. Contudo &#8220;começámos a olhar com mais atenção e, depois de enviar uma amostra a um especialista que trabalha com este grupo de moluscos, começámos a desenvolver um artigo e chegámos à conclusão que se tratava de uma nova espécie&#8221;, salientou o biólogo.</p>
<p style="text-align:justify;">O Fusinus albacarinoides tem cerca de vinte milímetros de comprimento e oito de diâmetro. E embora o género &#8220;Fusinus&#8221; seja bastante comum e exista um pouco por todo o mundo, a nova espécie foi, para já, apenas identificada na costa algarvia, diz a equipa de biólogos da Universidade do Algarve.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Acreditamos que é endémica da nossa costa&#8221;, frisou o biólogo Carlos Afonso que, apesar de ter 36 anos, já não é um novato na matéria de descobertas. Depois de se ter licenciado na Universidade do Algarve em Biologia Marinha, há nove anos atrás, começou a trabalhar como bolseiro de investigação para a mesma instituição.</p>
<p style="text-align:justify;">Os primeiros registos de novas espécies por parte deste biólogo aconteceram pouco depois de se ter licenciado, numa investigação levada a cabo nas águas de Cabo Verde. &#8220;Foi lá que identifiquei seis novas espécies de moluscos, com a curiosidade de cinco delas serem carnívoros, com a ajuda de um colega espanhol&#8221;, contou.</p>
<p style="text-align:justify;">A descoberta do búzio em águas algarvias assume uma importância acrescida. &#8220;Em Portugal é uma proeza porque existem mais cientistas e investigadores, para além de ser um mar mais conhecido em termos científicos&#8221;, destacou.</p>
<p style="text-align:justify;">O projecto que permitiu a identificação do búzio &#8211; &#8220;Cartografia das comunidades marinhas da costa algarvia dos zero aos 30 metros de profundidade&#8221; &#8211; está a ser desenvolvido pelo CCMAR e financiado pela Administração da Região Hidrográfica do Algarve. O objectivo é constituir um mapa da biodiversidade da costa algarvia. Até agora foram identificadas cerca de 1272 espécies, correspondentes a 155 peixes, 998 invertebrados e 119 algas, com um total de 32 espécies registadas pela primeira vez em Portugal.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois da confirmação da existência desta nova espécie de búzio, o grupo de investigadores do CCMAR da Universidade do Algarve, do qual faz parte Carlos Afonso, está a desenvolver outra investigação semelhante. Aquela que poderá ser uma nova espécie de alga, está a ser analisada há mais de dois anos. O estudo será mantido em segredo até à sua confirmação por parte da comunidade científica.</p>
<p style="text-align:justify;">por Alexandre Moura</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte:<a href="http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1451519&amp;seccao=Biosfera">http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1451519&amp;seccao=Biosfera</a></p>
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		<title>&#8220;Ovo estrelado&#8221; a sul dos Açores pode ser a cratera de um meteorito</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 19:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[cratera]]></category>
		<category><![CDATA[meteorito]]></category>
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		<description><![CDATA[Robô submarino Luso mergulha na zona em 2010
Parece mesmo um ovo estrelado, com as formas da gema no meio e da clara à volta, pelo que quem a viu pela primeira vez lembrou-se logo de lhe dar esse nome. Só que este é um &#8220;ovo estrelado&#8221; geológico, uma estrutura bem grande, estampada no fundo do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=701&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Robô submarino Luso mergulha na zona em 2010</p>
<p style="text-align:justify;">Parece mesmo um ovo estrelado, com as formas da gema no meio e da clara à volta, pelo que quem a viu pela primeira vez lembrou-se logo de lhe dar esse nome. Só que este é um &#8220;ovo estrelado&#8221; geológico, uma estrutura bem grande, estampada no fundo do mar, 150 quilómetros a sul dos Açores, que está a causar perplexidade entre os cientistas portugueses &#8211; e não só, pois acaba de ser apresentada na reunião anual da União Geofísica Americana, em São Francisco.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/12/ovo_estrelado1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-708" title="ovo_estrelado" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/12/ovo_estrelado1.jpg?w=300&#038;h=149" alt="" width="300" height="149" /></a>A história desta descoberta leva-nos a um cruzeiro científico, no ano passado, realizado pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC). Nos trabalhos para reivindicar que a plataforma continental portuguesa se estende para lá das 200 milhas náuticas, dando direito ao país de explorar os recursos no solo e subsolo marinhos, uma das coisas que este grupo técnico-científico fez foram levantamentos da morfologia do fundo do mar (através de uma sonda com múltiplos feixes sonoros).</p>
<p style="text-align:justify;">Com esses dados, construíram-se depois mapas de grande resolução do relevo marinho. Mas só em meados deste ano, depois de Portugal ter entregado em Maio a sua proposta de extensão da plataforma nas Nações Unidas, é que os investigadores da EMEPC foram olhar com outros fins científicos para os dados que recolheram nas campanhas oceanográficas. Foi então que se depararam com o &#8220;ovo estrelado&#8221;, dois quilómetros abaixo da superfície do mar.</p>
<p style="text-align:justify;">As imagens revelavam uma estrutura relativamente circular com seis quilómetros de diâmetro e, no centro, surgia uma elevação, como se fosse a gema, com três quilómetros de diâmetro. A parte da &#8220;clara&#8221; deste ovo geológico encontra-se 110 metros abaixo do fundo do mar circundante. Já da base da clara até ao topo da gema são cerca de 300 metros.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A hipótese do meteorito&#8230; </strong></p>
<p style="text-align:justify;">No início de Outubro último, a equipa da EMEPC regressou ao local para confirmar a descoberta e, se as condições do mar deixassem, mergulhar no local com o robô submarino português, o Luso. O mar não deixou, pelo que o mergulho com este veículo tripulado à distância, a partir do navio, ficou adiado até 2010. Nessa altura, ideia é que o robô traga do &#8220;ovo estrelado&#8221; pedaços de rochas e amostras de sedimentos, para que possam desvendar-se todos os seus mistérios. E eles são muitos, a começar pela origem.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem três possibilidades para a sua formação, diz o engenheiro hidrógrafo e oceanógrafo físico Manuel Pinto de Abreu, o responsável pela EMEPC, que se encontra em São Francisco. Ou é uma cratera formada pelo impacto de um meteorito. Ou um vulcão de lama, formações que, em vez de lava, expelem sedimentos finos carregados de metano, como as que existem no golfo de Cádis. &#8220;Ou é uma coisa completamente diferente&#8221;, resume Pinto de Abreu.</p>
<p style="text-align:justify;">Em relação à hipótese do meteorito, a estrutura apresenta algumas características que se coadunam com a colisão de um corpo cósmico com a Terra: por exemplo, é comum a existência de um empolamento no centro das crateras de impacto. A confirmar-se mesmo como cratera &#8211; por exemplo, através da presença de vidros devido a um violento impacto na crosta terrestre -, não deverá ter mais de 17 milhões de anos, uma vez que essa é a idade atribuída ao fundo do mar naquela zona. A camada de sedimentos em cima do cume poderá também dar uma ideia de há quanto tempo ocorreu o impacto.</p>
<p style="text-align:justify;">Encontrar vestígios, em sedimentos na costa, de um tsunami que a queda de um objecto destes no mar teria de causar é outra forma de ajudar a deslindar o mistério.</p>
<p style="text-align:justify;">Para já, a equipa portuguesa está a fazer simulações matemáticas para testar a ideia do impacto. Que tamanho teria de ter o meteorito para causar a cratera e o empolamento central é uma das questões para que procuram resposta.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8230; e a do vulcão de lama</strong></p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, não só as dimensões da gema geológica são muito grandes, como ela tem uma forma muito suave para ter resultado da colisão de um meteorito, por isso há quem não se incline para esta possibilidade e fale de um vulcão de lama.</p>
<p style="text-align:justify;">O problema é que os vulcões de lama encontrados até agora não se formaram em regiões com o contexto geológico em que se localiza o&#8221;ovo estrelado&#8221;. Primeiro, explica Pinto de Abreu, porque a camada de sedimentos dessa área é pouco espessa para fazer a retenção dos fluidos vindos do interior da Terra, como é o caso do gás metano dos vulcões de lama. Segundo, porque naquela região não se conhece a existência de compressão entre placas tectónicas. No golfo de Cádis, é precisamente essa compressão (entre a placa africana com a euroasiática) que força o metano em profundidade a ser expelido para a superfície.</p>
<p style="text-align:justify;">Os vulcões de lama têm despertado muito interesse, pois, por causa do metano, são vistos como uma possível fonte energética alternativa. Se for um vulcão de lama, então o &#8220;ovo estrelado&#8221; representará uma nova classe destas formações geológicas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para adensar mais o enigma, descobriu-se uma outra estrutura geológica, semelhante mas mais pequena, a uns três ou quatro quilómetros de distância: esse ovinho geológico é a elevação que, na imagem aqui publicada, se encontra do lado direito.</p>
<p style="text-align:justify;">A apresentação da descoberta, num poster na maior reunião mundial de investigadores das ciências da Terra, abriu o debate à comunidade científica internacional. Os cientistas portugueses puderam trocar impressões com colegas estrangeiros, e as opiniões dividiram-se entre a cratera de impacto e o vulcão de lama. &#8220;Não há nada semelhante conhecido&#8221;, sublinha Pinto de Abreu.</p>
<p>Por Teresa Firmino</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.publico.pt/Ciências/ovo-estrelado-a-sul-dos-acores-pode-ser-a-cratera-de-um-meteorito_1414634">http://www.publico.pt/Ciências/ovo-estrelado-a-sul-dos-acores-pode-ser-a-cratera-de-um-meteorito_1414634</a></p>
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		<title>Territórios que podem ficar submersos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[biosfera]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Ameaçados pela subida das águas, alguns territórios arriscam-se a desaparecer
Quiribati &#8211; O primeiro a desaparecer
No final dos anos 90, algumas ilhas e ilhéus deste arquipélago do Pacífico foram submersas. O Quiribati, que é o primeiro território a celebrar a chegada do Novo Ano, será o primeiro a desaparecer na opinião dos especialistas. O seu Presidente, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=695&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Ameaçados pela subida das águas, alguns territórios arriscam-se a desaparecer</p>
<p style="text-align:justify;">Quiribati &#8211; O primeiro a desaparecer</p>
<p style="text-align:justify;">No final dos anos 90, algumas ilhas e ilhéus deste arquipélago do Pacífico foram submersas. O Quiribati, que é o primeiro território a celebrar a chegada do Novo Ano, será o primeiro a desaparecer na opinião dos especialistas. O seu Presidente, Anote Tong, avisou estar-se perante o ponto de não retorno. A população está a ser transferida para a Austrália e Nova Zelândia.</p>
<p style="text-align:justify;">Vanuatu &#8211; A ameaça crescente do mar</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/12/territorios-submersos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-696" title="territórios submersos" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/12/territorios-submersos.jpg?w=200&#038;h=283" alt="" width="200" height="283" /></a>O arquipélago, constituído por mais de 80 ilhas, ainda não viu nenhum dos seus territórios ser submerso, mas algumas das regiões costeiras tiveram de ser evacuadas devido à subida do nível das águas. As ilhas mais próximas das costas australianas têm sido as mais afectadas por este processo. O Governo de Vanuatu prevê, a prazo, o abandono de algumas ilhas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ghoramara &#8211; O perigo de ser submersa</p>
<p style="text-align:justify;">A ilha de Ghoramara, localizada na baía de Bengala, perdeu mais de 80 quilómetros quadrados nas últimas décadas. Considera-se que, perante o ritmo de subida das águas, pode desaparecer em menos de 50 anos, forçando a transferência dos seus cinco mil habitantes. A vizinha ilha de Lohachara, que chegou a albergar dez mil pessoas, desapareceu na década de 80.</p>
<p style="text-align:justify;">Maldivas &#8211; 360 mil em perigo</p>
<p style="text-align:justify;">O arquipélago do Índico é formado por 1200 ilhas, mas 80% encontra-se menos de um metro acima do nível do mar. Perante a subida das águas, o Governo &#8211; que já se reuniu debaixo de água &#8211; procura local alternativo para transferir 360 mil habitantes. Como medida preventiva, ergueu barreiras de protecção com mais de três metros na ilha de Malé, onde está a capital.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte:<a href="http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1436116&amp;seccao=Biosfera">http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1436116&amp;seccao=Biosfera</a></p>
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		<title>Mais seis graus até ao fim do século</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 22:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas vésperas da Cimeira de Copenhaga continuam a ser produzidos estudos que mostram uma aceleração da produção de gases com efeito de estufa. Mas neste caso há uma conclusão mais grave: os sistemas naturais de absorção de dióxido de carbono (oceanos, florestas) estão a ficar menos eficientes
A duas semanas da cimeira das Nações Unidas sobre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=687&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Nas vésperas da Cimeira de Copenhaga continuam a ser produzidos estudos que mostram uma aceleração da produção de gases com efeito de estufa. Mas neste caso há uma conclusão mais grave: os sistemas naturais de absorção de dióxido de carbono (oceanos, florestas) estão a ficar menos eficientes</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/11/calor_cidades.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-686" title="calor_cidades" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/11/calor_cidades.jpg?w=300&#038;h=142" alt="" width="300" height="142" /></a>A duas semanas da cimeira das Nações Unidas sobre clima, em Copenhaga, continuam a ser publicados estudos com indicadores contraditórios sobre o estado do planeta. Ontem, foi divulgado na revista Nature Geoscience um estudo inserido no Projecto Global de Carbono (PGC) cujas conclusões são, no mínimo, alarmantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo concluiu a equipa de Corinne Le Quéré, da Universidade de East Anglia e do British Antarctic Survey, as emissões de dióxido de carbono (CO2) aumentaram 29% na actual década. A manter-se a tendência de emissões de gases com efeito de estufa, a temperatura média do planeta poderá aumentar 6 graus centígrados até ao final do século XXI.</p>
<p style="text-align:justify;">Refira-se que o PGC é uma rede científica internacional que recolhe e analisa dados de milhares de observações. O dióxido de carbono resulta da queima de combustíveis fósseis (carvão e petróleo) e é considerado o gás com efeito de estufa que mais contribui para as alterações climáticas.</p>
<p style="text-align:justify;">A nível político, houve uma tentativa de entendimento para a redução das emissões, o Protocolo de Quioto, cujos níveis após 2012 vão ser negociados em Copenhaga. O ano de referência é 1990. A avaliar pelos números deste estudo, e em relação aos valores base do Protocolo de Quioto (1990), o aumento das emissões foi de 41%. Entre 2000 e 2008, o ritmo anual de aumento de dióxido de carbono produzido foi de 3,4%. A equipa de cientistas britânicos também concluiu que a recente crise financeira internacional provocou uma redução no ritmo das emissões globais, com o aumento a limitar-se a metade dos anos anteriores.</p>
<p style="text-align:justify;">Há uma conclusão ainda mais preocupante: trata-se da avaliação da proporção do dióxido de carbono que fica na atmosfera e do que é absorvido pelos oceanos e florestas. Nos últimos 50 anos a proporção média de gás que ficou na atmosfera foi de 43% do emitido, mas os últimos anos indicam uma menor eficiência destes sistemas naturais de compensação. A proporção do dióxido de carbono atmosférico subiu para 45%.</p>
<p style="text-align:justify;">Estes dados podem ter enormes implicações políticas, pois as potências industrializadas querem limitar o aumento da temperatura média do planeta a 2 graus centígrados até 2100. A redução das emissões negociada em Copenhaga teria de ser bem mais drástica do que parece ser possível, dada a resistência de muitos países. Um aumento de 6 graus centígrados, como sugere este estudo, teria vastas implicações: extremos climáticos, tempestades catastróficas, aumento do nível dos oceanos, fomes e secas em larga escala.</p>
<p style="text-align:justify;">por Luís Nave</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte <a href="http://dn.sapo.pt">http://dn.sapo.pt</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciactiva.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciactiva.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciactiva.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciactiva.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciactiva.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciactiva.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciactiva.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciactiva.wordpress.com/687/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciactiva.wordpress.com/687/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciactiva.wordpress.com/687/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=687&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Se o tsunami de 1755 fosse hoje morreriam cem mil</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa 1755]]></category>
		<category><![CDATA[tsunami]]></category>

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		<description><![CDATA[Geólogos estudam vestígios do passado para documentar o terramoto e tsunami que devastou Lisboa e afectou o Algarve em 1755. Com o litoral a ser o local preferido de grande número da população portuguesa, uma catástrofe idêntica poderia matar cem mil pessoas, diz o especialista César Andrade. Quanto mais tempo passar, maior será a intensidade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=677&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Geólogos estudam vestígios do passado para documentar o terramoto e tsunami que devastou Lisboa e afectou o Algarve em 1755. Com o litoral a ser o local preferido de grande número da população portuguesa, uma catástrofe idêntica poderia matar cem mil pessoas, diz o especialista César Andrade. Quanto mais tempo passar, maior será a intensidade do fenómeno</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Se houver um tsunami que afecte Lisboa, será de uma magnitude e um impacto impressionantes.&#8221; O geólogo César Freire de Andrade defende que, se um maremoto idêntico ao que ajudou a destruir a capital e afectou o Algarve em 1755 acontecesse hoje, o número de vítimas poderia ascender a cem mil.</p>
<p style="text-align:justify;">Cerca de seis mil pessoas terão morrido há 254 anos no tsunami, isto sem contabilizar aquelas que não resistiriam ao terramoto que antecedeu a onda. O professor da Faculdade de Ciências de Lisboa diz ser hoje possível determinar que terá tido uma altura de seis metros. Quanto à sua extensão, as construções entretanto erguidas nos locais afectados impossibilitam que seja feito um registo geológico. Mas a previsão é que o mar terá entrado em terra até onde actualmente se situa o Teatro Nacional D. Maria II, no Rossio.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-683" title="tsunami_lisboa_1755" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/11/tsunami_lisboa_17552.jpg?w=300&#038;h=142" alt="tsunami_lisboa_1755" width="300" height="142" />Já no Algarve, a onda terá atingido os 11 a 15 metros, com algumas zonas a penetrar 300 a 1100 metros da costa.</p>
<p style="text-align:justify;">O geólogo está a efectuar um estudo para &#8220;reconstituir eventos&#8221; como o de 1755, averiguando o impacto que tiveram no litoral português e que hoje será apresentando no Padrão dos Descobrimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;É um trabalho de detective, uma espécie de CSI, mas nas rochas&#8221;, diz o professor ao DN. O trabalho consiste em furar a coluna de sedimentos &#8211; que é formada pelos materiais que o mar carregou, tendo os depósitos ficado enterrados -, sendo que &#8220;cada camada é uma folha, que conta uma história&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Se formos capazes de interpretar sedimentos, é possível partir para a reconstrução de eventos. Por exemplo, estudamos os fósseis, mas interpretando-os no ambiente em que viveram. Desta forma podemos calcular a velocidade da água, se era doce ou salgada, a velocidade da corrente&#8221;, salienta.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto à profundidade a que é necessário furar para estudar um evento como o de 1755, César Andrade diz que não ultrapassa os dois metros.</p>
<p style="text-align:justify;">Este tipo de investigação é fundamental para ajudar a prevenir os efeitos futuros. &#8220;A questão não é se vai haver um tsunami, é quando e onde&#8221;, alerta César Andrade, acrescentando que, &#8220;quanto maior for o intervalo, maior será a intensidade do maremoto&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém, a geologia apenas pode estudar o passado, mas prever um tsunami &#8220;é impossível&#8221;. &#8220;Apenas podemos fazer uma estatística, tentar calcular os intervalos de retorno, que são milenares para eventos de grande intensidade&#8221;, afirmou. Isto não significa que só aconteça um em cada mil anos. &#8220;Podem acontecer dez&#8221;, diz. &#8220;Há que não criar pânico, mas não podemos estar tão descansados como isso.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">por Elisabete Silva</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1412968">http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1412968</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciactiva.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciactiva.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciactiva.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciactiva.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciactiva.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciactiva.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciactiva.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciactiva.wordpress.com/677/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciactiva.wordpress.com/677/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciactiva.wordpress.com/677/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=677&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Zumbido de abelha não é música para elefante</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 23:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[abelha]]></category>
		<category><![CDATA[elefante]]></category>
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		<description><![CDATA[Um grupo de investigadores da Universidade de Oxford investigou o comportamento dos elefantes quando confrontados com alguns ruídos, e descobriram que o zumbido das abelhas afecta e, de alguma forma, afugenta os elefantes.
Os investigadores acreditam que o segredo pode estar no facto de ser frequente as abelhas entrarem na tromba dos elefantes e depois ferrarem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=668&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Um grupo de investigadores da Universidade de Oxford investigou o comportamento dos elefantes quando confrontados com alguns ruídos, e descobriram que o zumbido das abelhas afecta e, de alguma forma, afugenta os elefantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Os investigadores acreditam que o segredo pode estar no facto de ser frequente as abelhas entrarem na tromba dos elefantes e depois ferrarem no interior das mesmas, causando dores intensas nestes grandes animais.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-669" title="abelha" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/11/abelha.jpg?w=243&#038;h=300" alt="abelha" width="243" height="300" />Assim, e por experiência acumulada, os elefantes temem as abelhas e evitam-nas assim que detectam o seu zumbido, afastando-se dos locais onde existem colmeias ou onde as abelhas fazem a colecta de pólen.</p>
<p style="text-align:justify;">Para testar a teoria, uma equipa de investigadores, patrocinada pela ONG <em>Save the Elephants</em>, escondeu megafones junto a alguns milharais, através dos quais reproduziam os sons das abelhas quando algum grupo de elefantes se aproximava. Concluíram que, em poucos segundos, os animais se afastavam dessas zonas.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de funcionar, esta prática está longe de ser a solução para a constante batalha que populações e elefantes travam pelas sementeiras de milho ou de outros produtos alimentares agrícolas, um pouco por todo o continente.<br />
É que, para além de não ser viável ter megafones e aparelhos de som espalhados por todas as sementeiras e hortas, nem ter pessoas a operar os equipamentos de som, acredita-se que rapidamente os elefantes se iriam aperceber que só havia zumbido e não abelhas e que a curto prazo deixariam de temer o zumbido dos insectos.</p>
<p style="text-align:justify;">Outras soluções utilizando as abelhas foram consideradas para manter os elefantes longe das populações, mas dada a excepcional agressividade das abelhas africanas, foi eliminada qualquer possível parceria entre abelhas e agricultores, que temem os elefantes mas que também sofrem com alguma frequência com os ataques das abelhas.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://animais.clix.pt/noticias.php?nid=763">http://animais.clix.pt/noticias.php?nid=763</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciactiva.wordpress.com/668/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciactiva.wordpress.com/668/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciactiva.wordpress.com/668/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciactiva.wordpress.com/668/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciactiva.wordpress.com/668/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciactiva.wordpress.com/668/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciactiva.wordpress.com/668/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciactiva.wordpress.com/668/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciactiva.wordpress.com/668/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciactiva.wordpress.com/668/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=668&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Condomínio da Terra</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 20:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cienciactiva.wordpress.com/2009/10/20/condominio-da-terra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/cosrX7BYFyM/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cienciactiva.wordpress.com/652/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cienciactiva.wordpress.com/652/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cienciactiva.wordpress.com/652/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cienciactiva.wordpress.com/652/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cienciactiva.wordpress.com/652/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cienciactiva.wordpress.com/652/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cienciactiva.wordpress.com/652/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cienciactiva.wordpress.com/652/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cienciactiva.wordpress.com/652/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cienciactiva.wordpress.com/652/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=652&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Investigadores lançam «nova luz» sobre evolução da espécie humana</title>
		<link>http://cienciactiva.wordpress.com/2009/10/14/investigadores-lancam-%c2%abnova-luz%c2%bb-sobre-evolucao-da-especie-humana/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 20:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ardi]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Investigadores divulgaram, os resultados das análises a um velho fossil. Os trabalhos, que demoraram 17 anos, lançam agora uma «nova luz» sobre a evolução da espécie humana.
O esqueleto de uma fêmea encontrado por investigadores na Etiópia, onde viveu há cerca de mais de quatro milhões de anos, tinha um 1,20 de altura, pesava 50 quilos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=636&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Investigadores divulgaram, os resultados das análises a um velho fossil. Os trabalhos, que demoraram 17 anos, lançam agora uma «nova luz» sobre a evolução da espécie humana.</p>
<p style="text-align:justify;">O esqueleto de uma fêmea encontrado por investigadores na Etiópia, onde viveu há cerca de mais de quatro milhões de anos, tinha um 1,20 de altura, pesava 50 quilos e foi chamado de «Ardi», depois de 17 anos de investigação.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-646" title="ardi_" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/10/ardi_.jpg?w=300&#038;h=185" alt="ardi_" width="300" height="185" />As mãos da «Ardi» mostram que podia subir a árvores, embora não com a desenvoltura dos actuais macacos, e também tinham capacidade para pegar em objectos.</p>
<p style="text-align:justify;">A face de «Ardi» é pequena, para um cérebro também pequeno, os dentes também indicam que não tinha caninos muito grandes, o que segundo os especialistas mostra que não eram agressivos socialmente.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Fonte:<a href="http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1378742&amp;tag=Ci%EAncia">http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1378742&amp;tag=Ci%EAncia</a></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
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		<title>Gripe A: mulheres infectadas podem amamentar</title>
		<link>http://cienciactiva.wordpress.com/2009/10/09/gripe-a-mulheres-infectadas-podem-amamaentar/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 22:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[As mulheres infectadas com o vírus da gripe A (H1N1) &#8220;podem e devem&#8221; amamentar os seus bebés, defendeu  em Gaia, Sandra Castro, enfermeira especialista em Saúde Materna.
&#8220;Como o vírus da gripe sazonal não passa para o leite materno, pensa-se que aconteça o mesmo com o H1N1. Sendo assim, as mulheres podem iniciar ou dar continuidade à [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=627&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-631" title="bebé" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/10/bebe.jpg?w=120&#038;h=120" alt="bebé" width="120" height="120" />As mulheres infectadas com o vírus da gripe A (H1N1) &#8220;podem e devem&#8221; amamentar os seus bebés, defendeu  em Gaia, Sandra Castro, enfermeira especialista em Saúde Materna.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Como o vírus da gripe sazonal não passa para o leite materno, pensa-se que aconteça o mesmo com o H1N1. Sendo assim, as mulheres podem iniciar ou dar continuidade à amamentação&#8221;, afirmou a especialista.</p>
<p style="text-align:justify;">Em declarações à Lusa, a propósito da Semana Europeia da Amamentação, no âmbito da qual o tema da gripe A foi abordado junto das grávidas do Hospital de Gaia, Sandra Castro considerou também que, de acordo com as orientações da Direcção Geral de Saúde, &#8220;a medicação antiviral não constitui contra-indicação para a amamentação&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, no caso da mulher ter contraído o vírus H1N1, a enfermeira defendeu que, sempre que possível, &#8220;os cuidados ao bebé, nomeadamente a administração do leite materno, devem ser prestados por alguém não doente&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A mãe doente com gripe A deve ser encorajada a fazer a extracção do seu leite. Durante o período de contágio, o bebé deverá receber o leite que a mãe extraiu, dado por uma pessoa não doente&#8221;, frisou.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Sandra Castro, &#8220;os bebés não amamentados estão mais vulneráveis à infecção e à hospitalização, por doença respiratória grave, do que os amamentados e os recém-nascidos não amamentados têm menor capacidade de se defenderem da infecção pois não dispõem dos anticorpos protectores que passam no leite das mães&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">No caso da criança contrair o vírus H1N1, &#8220;o melhor que se pode fazer é manter ou reforçar o aleitamento, porque os bebés que estão doentes têm maior necessidade de líquidos e o que obtêm quando mamam é superior a qualquer outro e ajuda a proteger o sistema imunitário do bebé&#8221;, acrescentou a enfermeira especialista em saúde materna.</p>
<p>Fonte Lusa</p>
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		<title>Metano em Marte continua enigma para os cientistas</title>
		<link>http://cienciactiva.wordpress.com/2009/10/07/metano-em-marte-continua-enigma-para-os-cientistas/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 22:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estefânia Pires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Cientistas]]></category>
		<category><![CDATA[Marte]]></category>
		<category><![CDATA[metano]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas espaciais não conseguem explicar comportamento de metano na atmosfera de Marte, mas aumenta indícios da presença de vida no Planeta Vermelho.
Algo se passa em Marte que foge à compreensão dos cientistas espaciais. Tudo graças ao metano detectado na atmosfera de Marte em 2003 pela sonda Mars Express, da Agência Espacial Europeia (ESA). Desde então, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cienciactiva.wordpress.com&blog=6654261&post=621&subd=cienciactiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><address>Cientistas espaciais não conseguem explicar comportamento de metano na atmosfera de Marte, mas aumenta indícios da presença de vida no Planeta Vermelho.</address>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-622" title="esa" src="http://cienciactiva.files.wordpress.com/2009/10/esa.jpg?w=120&#038;h=90" alt="esa" width="120" height="90" />Algo se passa em Marte que foge à compreensão dos cientistas espaciais. Tudo graças ao metano detectado na atmosfera de Marte em 2003 pela sonda Mars Express, da Agência Espacial Europeia (ESA). Desde então, os cientistas têm tentado estudar o comportamento deste gás que na Terra se explica por uma acção biológica ou geológica e que em Marte, ao contrário do que se poderia prever, pode indiciar a presença de vida passada ou presente ou actividade vulcânica.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes da chegada a Marte da sonda Mars Express, os cientistas pensavam que Marte eram um planeta biológica e geologicamente inactivo, no entanto, o metano detectado pelo <em>Planetary Fourier Spectrometer</em> (PFS) da sonda da ESA, deixaram os cientistas em suspenso.</p>
<p style="text-align:justify;">Os cientistas previam que o PFS da Mars Express teria uma grande probabilidade de recolher dados de gases atmosféricos como o monóxido de carbono e vapor de água, mas a presença de metano «foi uma surpresa, não estávamos à espera», afirma Agustin Chicarro, Cientista Principal em assuntos sobre Marte, da ESA, citado em comunicado da Agência.</p>
<p style="text-align:justify;">Para além da detecção da Mars Express, na mesma altura, duas equipas de cientistas conseguiram observar a presença de metano em Marte através de telescópios em Terra. Perante estes dados, dedicaram os últimos cinco anos ao estudo intensivo deste gás na atmosfera de Marte.</p>
<p style="text-align:justify;">Os cientistas partiram do princípio que o metano na atmosfera de Marte estaria estável há 300 anos, o que os levava a pensar que o que estaria a gerar o metano seria uma ocorrência recente.</p>
<p style="text-align:justify;">Em Janeiro de 2009, uma equipa de cientistas do Centro Goddard Space Flight, da NASA publicou resultados que demonstravam que, quando detectado em 2003, o metano encontrava-se concentrado em três regiões do planeta vermelho. Resultados que levaram os cientistas a concluir que a libertação do metano era uma ocorrência recente e que teria sido detectado antes de se dissipar por todo o planeta.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o enigma da presença de metano em Marte complica-se quando os cientistas verificaram que em apenas três anos o metano desapareceu.</p>
<p style="text-align:justify;">«Pensávamos que sabíamos como o metano se comportava em Marte, mas se as medições estão correctas então deve-nos ter falhado algo importante», refere Franck Lefèvre, da <em>Université Pierre et Marie Curie</em>, em França, e membro da equipa do instrumento SPICAM, da Mars Express, da ESA.</p>
<p style="text-align:justify;">Intrigados, os cientistas decidiram utilizar um modelo de computador sobre o clima de Marte para desvendar o mistério do rápido desaparecimento do metano em apenas três anos. Para isso, diz Franck Lefèvre «lidámos com o problema como físicos atmosféricos, sem nos preocuparmos com a natureza da fonte de metano».</p>
<p style="text-align:justify;">Após meses dedicados ao modelo sobre o estudo atmosférico de Marte, o especialista conclui que «algo está a remover o metano da atmosfera 600 vezes mais rápido do que os modelos conseguem contabilizar. Consequentemente, a fonte deve estar 600 vezes mais intensa do que originalmente assumido, o que é considerável até para os standards geológicos da Terra».</p>
<p style="text-align:justify;">Para explicar este fenómeno, os cientistas só conseguem encontrar duas possíveis hipóteses: ou o metano está a ser encurralado por detritos por baixo da superfície marciana ou existem químicos como o peróxido de hidrogénio que está a destruir o metano.</p>
<p style="text-align:justify;">A última hipótese, tinha já sido sugerida na década de 1970 por cientistas da Missão Viking, da NASA, e a confirmar-se, significa que a superfície marciana é mais hostil do que se imaginava para as moléculas orgânicas. Tendo por base a presença de metano na atmosfera marciana e o seu estranho comportamento, o Planeta Vermelho torna-se ainda mais fascinante para os cientistas, já que aumentam as possibilidades da presença, passada ou presente, de vida em Marte.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo do metano tornou-se, por isso, de grande interesse científico em futuras missões a Marte. «Compreender o metano em Marte é uma das quatro prioridades», refere Olivier Witasse, Investigador do projecto Mars Express, da ESA, em relação à missão conjunta, entre a NASA e a ESA, a Marte, acordada em Junho de 2009.</p>
<p style="text-align:left;">Fonte: <a href="http://www.tvciencia.pt/tvcnot/pagnot/tvcnot03.asp?codpub=21&amp;codnot=1">http://www.tvciencia.pt/tvcnot/pagnot/tvcnot03.asp?codpub=21&amp;codnot=1</a></p>
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