Condomínio da Terra 20/10/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: Condomínio, Terra
1 comment so far
Investigadores lançam «nova luz» sobre evolução da espécie humana 14/10/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: ardi, ciência, ciência e tecnologia, tecnologia, vida
add a comment
Investigadores divulgaram, os resultados das análises a um velho fossil. Os trabalhos, que demoraram 17 anos, lançam agora uma «nova luz» sobre a evolução da espécie humana.
O esqueleto de uma fêmea encontrado por investigadores na Etiópia, onde viveu há cerca de mais de quatro milhões de anos, tinha um 1,20 de altura, pesava 50 quilos e foi chamado de «Ardi», depois de 17 anos de investigação.
As mãos da «Ardi» mostram que podia subir a árvores, embora não com a desenvoltura dos actuais macacos, e também tinham capacidade para pegar em objectos.
A face de «Ardi» é pequena, para um cérebro também pequeno, os dentes também indicam que não tinha caninos muito grandes, o que segundo os especialistas mostra que não eram agressivos socialmente.
Fonte:http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1378742&tag=Ci%EAncia
Gripe A: mulheres infectadas podem amamentar 09/10/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: ciência, saúde
add a comment
As mulheres infectadas com o vírus da gripe A (H1N1) “podem e devem” amamentar os seus bebés, defendeu em Gaia, Sandra Castro, enfermeira especialista em Saúde Materna.
“Como o vírus da gripe sazonal não passa para o leite materno, pensa-se que aconteça o mesmo com o H1N1. Sendo assim, as mulheres podem iniciar ou dar continuidade à amamentação”, afirmou a especialista.
Em declarações à Lusa, a propósito da Semana Europeia da Amamentação, no âmbito da qual o tema da gripe A foi abordado junto das grávidas do Hospital de Gaia, Sandra Castro considerou também que, de acordo com as orientações da Direcção Geral de Saúde, “a medicação antiviral não constitui contra-indicação para a amamentação”.
Contudo, no caso da mulher ter contraído o vírus H1N1, a enfermeira defendeu que, sempre que possível, “os cuidados ao bebé, nomeadamente a administração do leite materno, devem ser prestados por alguém não doente”.
“A mãe doente com gripe A deve ser encorajada a fazer a extracção do seu leite. Durante o período de contágio, o bebé deverá receber o leite que a mãe extraiu, dado por uma pessoa não doente”, frisou.
De acordo com Sandra Castro, “os bebés não amamentados estão mais vulneráveis à infecção e à hospitalização, por doença respiratória grave, do que os amamentados e os recém-nascidos não amamentados têm menor capacidade de se defenderem da infecção pois não dispõem dos anticorpos protectores que passam no leite das mães”.
No caso da criança contrair o vírus H1N1, “o melhor que se pode fazer é manter ou reforçar o aleitamento, porque os bebés que estão doentes têm maior necessidade de líquidos e o que obtêm quando mamam é superior a qualquer outro e ajuda a proteger o sistema imunitário do bebé”, acrescentou a enfermeira especialista em saúde materna.
Fonte Lusa
Duas luas no dia 27 de Agosto 25/08/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.add a comment
O planeta Marte será o mais brilhante no céu nocturno a partir de Agosto.
Ele poderá ser observado a olho nu, tão grande quanto uma lua cheia, especialmente no dia 27, quando vai estar mais próximo da Terra. Não deixe de observar o céu na noite de 27 de Agosto, às 00h30. Verá duas luas!!! Não perca.
A próxima vez que Marte vai aparecer assim será em 2287.

Maior mamífero da Europa em risco de extinção 05/08/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: biosfera, ciência
1 comment so far
Bisonte Europeu
Tem três metros de largura, dois de altura e pesa 900kg. O bisonte europeu, maior mamífero do continente, corre sérios riscos de desaparecer da superfície terrestre.
Durante centenas de anos, esta foi uma espécie protegida em diversas regiões da Europa por vários monarcas, que consideravam parte dos seus deveres zelar pela sobrevivência dos mamíferos. Porém, no início do século XX os bisontes tornaram-se alvo de caçadores furtivos, interessados na sua carne e pele. Segundo o diário espanhol El País, no ano de 1919 já não restava nenhum em liberdade.
Apesar dos esforços de biólogos da época, que tentaram reconstruir as manadas com alguns animais que tinham sobrevivido em jardins zoológicos e colecções privadas, conseguiram recuperar apenas quatro machos e três fêmeas para multiplicar os exemplares da espécie, disse à BBC Malgorzata Tokarska, do Instituto de Investigação de Mamíferos da Academia Polaca de Ciências em Bialowieza, na Polónia. É precisamente aqui, em Bialowieza, na fronteira entre a Polónia e a Bielorrúsia, que se encontra a reserva onde actualmente restam apenas duas manadas selvagens de bisontes europeus.
O número de animais em liberdade ascende aos 800, mas todos estes bisontes descendem de um mesmo macho, o que levanta graves problemas genéticos: mais de 90% dos genes foram herdados de dois únicos exemplares que se reproduziram na década de 1920, o que reduz a população efectiva desta espécie a 25 bisontes e coloca em riscos graves a sua sobrevivência. Os investigadores procuram agora soluções para contornar este problema.
(fonte: DN Ciência)
E se as abelhas desaparecessem? 28/06/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: abelhas, biosfera, extinção
3 comments
Extinção
E se as abelhas desaparecessem?
Portugal é dos países menos atingidos, mas de 2004 a 2007 morreram 3,5 mil milhões de abelhas no País. A varroose é a culpada. Os espanhóis já arranjaram solução: fabricar ’superabelhas’
As abelhas estão a desaparecer. Nos últimos anos, um pouco por todo o mundo, milhões de colmeias têm sido dizimadas. O cenário é apocalíptico para os insectos, mas também para a humanidade. Como disse Albert Einstein: “Quando as abelhas desaparecerem da face da Terra, o homem tem apenas quatro anos de vida.” Mas porque estão as abelhas a desaparecer? “A causa é ainda desconhecida, o que os investigadores sabem é que há vários factores que podem ter causado esta situação”, explica o professor universitário e especialista nesta matéria Miguel Vilas Boas.
Apesar de as abelhas terem um inimigo sem rosto, há uma doença que os especialistas acreditaram ser responsável por várias mortes: a varroose. Considerada a “sida das abelhas”, este vírus é provocado por um ácaro – a varroa – que “enfraquece as abelhas e torna-as susceptíveis a outras doenças”.
Só no ano passado em Espanha desapareceram nove mil milhões de abelhas. Para combater este voo para a extinção, uma equipa de universitários de Córdoba decidiu criar aquilo a que chamaram “superabelhas” (ver infografia). Neste processo as rainhas são inseminadas e as abelhas nascem fortificadas, resistentes a ácaros.
Em Portugal a população de abelhas também tem vindo a diminuir, mas Vilas Boas acredita que “não houve nenhum surto mortífero como nos outros países”. Tal é confirmado por João Casaca, da Federação Nacional de Apicultores (FNAP). “Em todo o País, foi-nos comunicados apenas uma situação de um apicultor que viu as suas colmeias completamente dizimadas.”
Mas a varroose também preocupa os apicultores nacionais. Tendo em conta o boletim do Ministério da Agricultura, só entre 2004 e 2007 houve uma quebra de 3, 5 mil milhões de abelhas. O número impressiona, mas é amenizado por especialistas que garantem que o número de apicultores também reduziu significativamente. Ora, “menos apicultores, menos abelhas”.
Ainda assim, a varroose está presente em Portugal. E os apicultores têm noção do perigo, pois é a doença que destrói mais colmeias no País. Aliás, consciente desta situação, o Ministério da Agricultura chegou a distribuir gratuitamente produtos para travar o flagelo. Agora, já não são doados, mas continuam a ser comparticipados. É talvez por isso, que o combate à varroose em Portugal se centre num único método. “O uso de acaricidas”, esclarece João Casaca, que garante que por cá não se criam “superabelhas” como em Espanha. Tal também não está previsto num futuro próximo. Isto porque, como explica Vilas Boas “ninguém está a utilizar a inseminação, o único programa que existe é de selecção das rainhas. Nada mais.”
Em Portugal, os números também não são tão catastróficos. “É um processo que tem custos, mas está controlado”, explica Vilas Boas. Além disso, o País tem a “bênção” de ter uma das poucas regiões do mundo onde a varroose não existe, como é o caso de algumas ilhas dos Açores.
Apocalipse a preto e amarelo
O perigo de extinção das abelhas é real. Nos EUA, a segunda potência da apicultura a seguir à China, mais de 60% das populações de abelhas desapareceram em 24 estados. A crise é tal que o Congresso teve de aprovar um plano de emergência, como faz em tempo de guerra ou de crise económica. Aliás, sob o pretexto económico, a secretária da Agricultura norte-americana lembrou que “sem abelhas deixa de existir Coca-Cola”. Como quem diz: senhores do capital mexam-se, que a coisa é séria.
Os números na Europa não são mais animadores. Segundo o diário espanhol El Mundo, em Itália, Bélgica e Alemanha metade das abelhas desapareceram. A varroose não será o único problema e Vilas Boas acredita mesmo que “quando descobrirem a causa real, ela vai variar de país para país”. João Casaca lembra algumas das potenciais causas em diferentes países: “Na Alemanha tem a ver com o cultivo de sementes, em França pensa-se que seja a utilização de pesticidas nas culturas e em Espanha será a sobreprodução. Há apicultores a mais.”
Certo é que estes polinizadores continuam a desaparecer. E como seria o mundo sem abelhas?. “Era uma catástrofe”, alerta Miguel Vilas Boas. “Todo o ecossistema seria alterado e Einstein, provavelmente, teria razão. Seria uma crise muito pior que a económica porque nós [humanidade] ficaríamos sem comida.” É por este cenário que muitos especialistas chegam a evocar o hino do Reino Unido. God Save the Queen. Em português, Deus Salve a Rainha. A rainha das abelhas, entenda-se.
por Rui Pedro Antunes
fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1279318&seccao=Biosfera
Riscos de mudanças irreversíveis no planeta Terra 20/06/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: ciência
add a comment
ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS
Um relatório publicado, no dia 18 de Junho por um grupo de 12 cientistas do IPCC alerta para risco de mudanças abruptas e irreversíveis no clima da Terra se não forem dados passos rápidos e eficazes para diminuir drasticamente as emissões de gases com efeito de estufa. A publicação do relatório surge a poucos meses de negociações decisivas em Copenhaga.
A seis meses da conferência do clima, em Copenhaga, onde 180 países terão de definir as medidas que a partir de 2012 vão permitir reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, um grupo cientistas do clima publicou um relatório que alerta para “um risco acrescido de mudanças climáticas irreversíveis”, se não houver uma reacção rápida e adequada.
A conferência, que se realiza em Dezembro sob os auspícios da ONU, deverá dar seguimento aos compromissos dos países industrializados no âmbito do Protocolo de Quioto, cuja vigência termina em 2012. O documento ontem publicado foi elaborado por um grupo de 12 cientistas, dos cerca de dois mil do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), com base nas conclusões de uma reunião em que estes fizeram o ponto da situação das alterações climáticas.
De acordo com os dados ali avançados, os vários parâmetros climáticos estão a evoluir “perto do limite mais alto” das projecções publicadas pelo IPCC no seu relatório de 2007. No caso da temperatura, por exemplo, o painel traçou uma estimativa de um aumento global entre os dois graus Celsius, no mínimo, e os seis graus no máximo, para as últimas décadas do século. É preciso dizer que os dois graus, de acordo com o IPCC, são o máximo que a temperatura global pode aumentar sem que ocorram disrupções graves no sistema climático da Terra. Isso produziria catástrofes ambientais em vários pontos do planeta.
O desaparecimento de grandes volumes de gelo no Árctico, a subida do nível do mar e a sua acidificação são já alguns dos sinais da mudança em curso.
No relatório, que foi coordenado pela investigadora Katherine Richardson, afirma-se que uma das alterações mais espectaculares que ocorreu desde a publicação do último relatório do IPCC, em 2007, foi o degelo no Árctico, que em 2007 atingiu um novo recorde absoluto.
Os cientistas recomendam uma redução de 25 a 40 por cento de emissões de gases com efeito de estufa entre 2012 e 2020, para que o aumento da temperatura global, no final do século não ultrapasse os tais dois graus Celsius. Mas os valores neste momento em cima da mesa, para negociação em Copenhaga, em Dezembro, não ultrapassam os 8 a 14 por cento de redução. Não chega, dizem os peritos.
(por Filomena Nave)
Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1266798
Astronautas bebem urina reciclada pela primeira vez 15/06/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: astronautas, Estação Espacial Internacional
1 comment so far
Inovação vai permitir duplicar a capacidade de hospedagem na Estação Espacial Internacional
Os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) brindaram, segunda-feira, à saúde e beberam pela primeira vez urina reciclada a bordo da ISS, anunciou a Nasa, citada pela «AFP».
«A missão de controlo da Nasa autorizou a equipa de astronautas da Expedição 19 a beber a água purificada pelo novo sistema de reciclagem da estação», refere a agência em comunicado.
A urina foi reciclada pela «Water Recovery System» (Sistema de Recuperação da Água), um aparelho que custou 180 milhões de euros 250, e que ali foi instalado.
Vinte litros de urina reciclada foram trazidos à Terra em Novembro, do ano passado, para análise.
«As análises mostraram que a água era saudável e potável», refere a Nasa, que autorizou o consumo do líquido, após a verificação de uma válvula da máquina.
A reciclagem da água é essencial para duplicar a capacidade de hospedagem da ISS, que chegará a seis ocupantes permanentes. A máquina permite reciclar 6,8 toneladas de água potável por ano.
«Este é o género de tecnologia que nos levará à Lua e até mais longe», declarou o astronauta americano Mike Barratt, após brindar com os companheiros da ISS, o comandante russo Guennadi Padaka e o japonês Koichi Wakata.
(fonte: http://diario.iol.pt/tecnologia/astronautas-espaco-urina-estacao-espacial-internacional-reciclagem-tvi24/1065400-4069.html)
Campanha de reciclagem de radiografias 04/06/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: ambiente, ami, reciclagem radiografias
4 comments
AMI arranca com projecto para Dia Mundial do Ambiente

Farmácias recolhem radiografias para a AMI
Amanhã é Dia Mundial do Ambiente e é neste contexto que arranca a 14ª edição da Campanha de Reciclagem de Radiografias, um projecto de cariz ambiental da fundação de Assistência Médica Internacional (AMI) que a levou recentemente a criar mais um pilar de acção.
Desta forma, o ambiente vem juntar-se às três outras áreas em que esta organização não governamental portuguesa centra esforços: assistência médica, acção social e alertar consciências, a nível nacional e mundial.
Durante três semanas, apoiada por todas as farmácias do país, a AMI vai recolher o maior número possível de radiografias com mais de cinco anos e/ou sem valor clínico para posterior reciclagem e extracção de prata nelas contida.
Neste processo, a prata é separada das películas, obtendo-se por cada tonelada de radiografias, perto de dez quilos de prata. Procede-se depois à venda nos mercados internacionais, garantindo uma fonte de recursos importante para a prossecução do trabalho humanitário da fundação, ao mesmo tempo que se contribui para a preservação do ambiente.
Os três princípios da sustentabilidade estão assim reunidos nesta acção: reciclagem (aproveitamento de resíduos) – criação de riqueza (recuperação e venda da prata) – responsabilidade social (aplicação dos fundos em projectos de desenvolvimento humano).
Projecto de acção social e humanitária
Nas 13 campanhas desenvolvidas anualmente desde 1996, a AMI conseguiu recolher mais de mil toneladas de radiografias, recuperando à volta de dez toneladas de prata, possibilitando o investimento de mais de um milhão de euros em projectos de desenvolvimento e luta contra a pobreza.
As receitas provenientes da venda são canalizadas para o projecto de acção social – oito centros Porta Amiga que prestam assistência às populações mais desfavorecidas, dois abrigos nocturnos, duas equipas de rua de apoio aos sem-abrigo e uma unidade de apoio domiciliário –, bem como para a acção humanitária que a organização leva neste momento a mais de 40 países nos quatro cantos do Mundo.
Para esta campanha, a AMI relembra que não é necessário nenhum esforço financeiro, basta apenas dar-se ao trabalho de procurar radiografias antigas (com mais de cinco anos ou sem valor de diagnóstico) e entregá-las nos sacos disponíveis em qualquer farmácia, sem relatórios, envelopes ou folhas de papel.
(fonte: http://www.cienciahoje.pt)
Environome: A forma como o ambiente interage com os genes 04/06/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: ambiente, Environome, genes
add a comment
Simpósio abre discussão sobre o novo termo que está a revolucionar o meio científico

Novo termo estuda influência do ambiente na expressão dos genes
O simpósio «Environome: sequencing the environment» irá decorrer na próxima segunda-feira, no Porto, e reúne investigadores dos mais prestigiados institutos de investigação europeus para discutirem o novo termo que está a causar impacto na comunidade científica – o Environome. O encontro é organizado pelos alunos da 12ª edição do programa doutoral GABBA (Graduado em Áreas da Biologia Básica e Aplicada).
O Environome, ainda sem tradução portuguesa oficial, é o novo conceito que surge do estudo das relações entre factores ambientais e informação genética, que intervêm em diferentes processos como o cancro, o envelhecimento ou comunicação entre bactérias.
Para a organização, esta é a altura ideal para debater este conceito pela “importância da influência do ambiente na expressão dos genes”. E continua: “O conceito de Environome debruça-se sobre um largo espectro de doenças, e poucas são explicadas exclusivamente por alterações a nível genómico”.
Este simpósio vai contar com a presença de investigadores como Karina Xavier, que publicou na Nature, uma das mais reputadas revistas científicas, um trabalho sobre a comunicação entre bactérias de diferentes espécies. Este é um dos melhores exemplos de como o ambiente pode influenciar um organismo, um exemplo entre outros que vão merecer destaque neste encontro.
Numa altura em que pretendemos retirar conclusões sobre o genoma, nasce o conceito de Environome. Os alunos e organizadores do encontro esperam que o simpósio possa “estabelecer o conceito como um novo campo que contribua para o progresso das Ciências da Vida”.
(fonte:http://www.cienciahoje.pt)
São Brás de Alportel reciclou tonelada de rolhas de cortiça 27/05/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: ambiente, ciência, biosfera
add a comment
Se um dia viajar até São Brás de Alportel e ao lado dos tradicionais ecopontos para reciclar vidro, papel, plástico e óleos descobrir um rolhão, não pense que é uma brincadeira.
A autarquia foi pioneira no mundo na reciclagem de rolhas de cortiça e em 2008 recuperou perto de uma tonelada de rolhas. Parte das receitas são para reflorestar a Serra do Caldeirão com sobreiros bebés.

Em Dezembro de 2008, os empresários dos restaurantes de São Brás de Alportel, a população são brasense e, em especial, os meninos das escolas algarvias conseguiram reunir perto de uma tonelada de rolhas de cortiça para reciclar. A causa da reciclagem da casca do sobreiro já sensibilizou até os deputados da Assembleia da República.
A cortiça recuperada no Algarve foi transportada até Santa Maria da Feira, no norte do país, onde existe a única unidade fabril a nível mundial licenciada para reciclar rolhas de cortiça, contou o presidente da Câmara de S. Brás, António Eusébio, confiante que em breve a Corticeira Amorim, consiga também certificar a fábrica de Silves para a reciclagem das rolhas de cortiça.
As rolhas de cortiça recicladas nunca são utilizadas para produzir novas rolhas. Depois de transformadas, as aplicações vão desde as simples bases para copos e panelas, até à utilização na indústria automóvel, construção civil e aeroespacial.
A agência espacial americana, a NASA, por exemplo, utiliza cortiça para o revestimento de foguetões, satélites, sondas e naves espaciais por ser um material leve e maleável que resiste a temperaturas de dois mil graus, como explicou Gabriel Tocha, de nove anos, estudante no Externato Menino Jesus, em Faro.
No concelho onde nasce aquela que é considerada a melhor cortiça do mundo, nasceu também a necessidade de preservar a natureza e reciclar aquela matéria-prima cada vez mais escassa.
(…)
Longe do bulício das praias, porque São Brás de Alportel, a par com Monchique, é um concelho algarvio sem areais e sem mar, a autarquia está virada para a protecção da natureza e com a ajuda da Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus), através do programa “Criar Bosques”, uma parte das receitas provenientes da venda dos produtos triturados e aproveitados a partir das rolhas servem para comprar sobreiros infantis e reflorestar a Serra do Caldeirão, onde extensos sobreirais foram destruídos pelos incêndios de 2004.
O degrau intermédio para primata superior 20/05/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: ciência, Ida, paleontologia
add a comment
Paleontologia
O degrau intermédio para primata superior

Ida viveu no Eocénico, há 47 milhões de anos. Foi herbívora, de pequena dimensão, mas já tinha polegar oponente e visão a três dimensões. Parecida com os lémures, mas sem ser um, esta primata pré-histórica é considerada uma “descoberta extraordinária” e o “elo perdido” entre os primatas (como os humanos) e animais mais primitivos. O degrau intermédio.
Uma equipa internacional de paleontólogos, liderada pelo norueguês Jorn Hurum, do Museu de História Natural de Oslo, estudou um fóssil de uma espécie de transição com 47 milhões de anos e descobriu algo que poderá rescrever a história da biologia. Os próprios cientistas falam em descoberta “extraordinária” e o seu entusiasmo deve-se ao facto de se tratar do mais antigo ancestral comum dos primatas e o “elo perdido” que une estes primatas superiores (incluindo os humanos), a muitas outras espécies.
Baptizada Ida, o animal do sexo feminino cujo esqueleto ficou preservado a 95% pertencia a uma espécie até agora desconhecida e que ficou com o nome científico de Darwinius masillae. Este animal semelhantes aos lemures é 20 anos mais antigo do que os fósseis existentes que podem explicar a origem dos primatas e da própria humanidade.
O fóssil foi na realidade descoberto em 1983, perto de Darmstadt, na Alemanha. A sua origem deverá estar na base de controvérsia científica, já que as conclusões a que chegaram os cientistas são invulgares e o objecto em si também. Os privados que encontraram o fóssil dividiram o achado em duas placas e uma delas, que tinha menor quantidade do esqueleto, foi restaurada. Esta parte acabou por ser comprada por um museu americano, que reconheceu esta alteração. A parte cientificamente mais importante ficou com o Museu de História Natural de Oslo e foi ali estudada pelo perito que liderou a equipa internacional.
Apesar destas vicissitudes, Ida está em condições de preservação espantosas e o trabalho de investigação publicado na revista especializada PLoS ONE revela aquilo que um professor da Universidade de Michigan, Philip Gingerich, compara a uma “pedra de Roseta”, a famosa pedra que permitiu decifrar os hieróglifos egípcios.
Ida era herbívora e o estudo com raios-X revelou características distintas dos lemures, os animais com quem se parece à primeira vista. Daí que os cientistas tenham considerado que se tratava de uma nova espécie. O nome contém a referência ao local de origem, a pedreira de Messel, e a Charles Darwin, de quem se comemoram os 200 anos de nascimento.
Outras características que impressionaram os investigadores incluem a visão a três dimensões e as mãos com cinco dedos, com o polegar oponente que permitia movimentos de grande precisão. Tudo isto é visível no destaque da imagem. Menos visível é a fractura no pulso que poderá ter sido a causa da morte de Ida.
Ovos de galinha e mandíbulas de porco 13/05/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: ciência, implantes, saúde
add a comment
Congresso de Implantologia
Ovos frescos de galinha, mandíbulas de porco e costelas de vaca vão permitir que centenas de médicos dentistas experimentem as mais modernas técnicas de implantes dentários durante um congresso que arranca sexta-feira na Universidade do Algarve, em Faro.
Em declarações à Lusa, o vice-presidente da organização da “Reunião de Implantologia Oral Latinoamericana 2009″ (RIOLA), Nuno Jorge, explicou que a tecnologia de cirurgia ultrasónica feita num ovo de galinha permite “curtar os tecidos duros, nomeadamente o osso, sem danificar os tecidos moles, ou seja a gengiva e membranas”.
Segundo aquele médico dentista, a experiência de retirar uma parte da casca do ovo sem danificar a membrana serve para “simular o procedimento de elevação do seio maxilar em que se pretende abrir uma janela óssea para aceder à cavidade sem danificar a membrana que o reveste”.
Uma outra técnica na área da implantologia, denominada de “expansão óssea”, vai ser experimentada em mandíbulas de porco e a demonstração tem o objectivo de aumentar o “suporte ósseo em situações de atrofia óssea para que seja possível introduzir o implante”, acrescentou aquele especialista.
As experiências médicas realizam-se em vários workshops no âmbito da RIOLA 2009, um congresso que decorre pela primeira vez em Portugal, durante os dias 15 e 16 deste mês, na Universidade do Algarve, onde vários especialistas internacionais vão discutir as tendências actuais da área da implantologia oral.
A abertura da RIOLA 2009 está marcada para as 13h30 de 15 de Maio, no Grande Auditório do Campus das Gambelas, da Universidade do Algarve e é organizada este ano por dois médicos dentistas algarvios, formados pela Universidade de Coimbra, e a efectuar mestrado na Universidade de Sevilha (Espanha).
O congresso tem como objectivos apresentar as tendências actuais do tratamento com implantes dentários e os últimos avanços na área da implantologia oral, mas também demonstrar que o tratamento com implantes osteointegrados é uma alternativa terapêutica com sucesso para a saúde oral.
O presidente da organização do RIOLA 2009, Nuno Garrido, acrescenta que, embora a organização seja portuguesa, o congresso vai trazer muito dos “hábitos e da cultura de países ibero-americanos participantes” e por essa razão vai ser uma alternativa aos congressos tradicionais portugueses.
Com 25 oradores e 10 elementos no júri das comunicações, a RIOLA 2009 propõe 20 apresentações científicas divididas em quatro mesas redondas, 75 comunicações livres e 45 cartazes científicos.
Na cerimónia de abertura do congresso participam o presidente da Câmara de Faro, José Apolinário, o presidente da ARS Algarve, Rui Lourenço, o presidente da Sociedade de Implantologia Oral Iberoamericana, Eugénio Velasco, o representante da Ordem dos Médicos Dentistas, Ricardo Faria Almeida e o coordenador da pós-graduação em Gestão de Unidades de Saúde, Adriano Pimpão.
A RIOLA recebe o apoio da Sociedade de Implantologia Oral Latinoamericana e da Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária.
A Sociedade Portuguesa de Periodontologia e Implantes, Sociedade Espanhola de Cirurgia Bucal, Sociedade Espanhola de Implantes, a Sociedade Espanhola de Gerodontologia e a Sociedade Dominicana de Implantologia Oral também apoiam o evento médico.
Asteróide passou perto da Terra 29/03/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.Tags: asteróide, planeta
4 comments
Notícia sobre NEO – Near Earth Asteroid
Um pequeno asteróide passou no dia 2 de Março de “raspão” à Terra, de acordo com o Minor Planet Center (MPC) da União Internacional da Astronomia. O pequeno objecto passou a apenas 72 mil quilómetros da Terra, que representa um quinto da distância entre a Terra e a Lua e o dobro da distância da maioria de satélites de comunicações, segundo o site Sky and Telescope.
Esta pequena ameaça celeste, designada de 2009 DD45 – que se julga ter cerca de 30 metros – passou por volta das 13h00 muito perto do nosso planeta.
O mais recente objecto que se tinha avistado passar tão perto da Terra foi o 2004 FU162, um asteróide de seis metros que passou a mais de 6 mil quilómetros no nosso planeta, em Março de 2004.
Nos tempos recentes apenas um asteróide de dimensões semelhantes ao 2009 DD45 colidiu com a Terra. Há cem anos, a 30 de Julho de 1908, o Tunguska atingiu a terra na zona da Sibéria libertando força equivalente a 85 bombas como a de Hiroshima e derrubando 80 milhões de árvores.
Bióloga portuguesa descobre duas novas espécies de insectos 29/03/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.add a comment
“Uma bióloga portuguesa descobriu duas novas espécies de escaravelhos, até aqui desconhecidas mundialmente.As duas novas espécies de escaravelhos foram descobertas pela bióloga portuguesa Sofia Reboleira em grutas da Serra d’Aire e Candeeiros, o único habitat destes insectos que se conhece em todo o mundo.
“Só se conhecia uma espécie de escaravelho cavernícola do maciço calcário estremenho [característico da Serra d'Aire e Candeeiros] e passamos a conhecer três”, afirmou à agência Lusa a bióloga e espeleóloga da Universidade de Aveiro, Sofia Reboleira.
No âmbito da realização da sua Tese de Mestrado, a cientista desceu a cerca de cem metros de profundidade e foi surpreendida com a descoberta de dois novos escaravelhos que habitam exclusivamente no subsolo das grutas da Serra d’Aire e Candeeiros.
“Só existem numa parte daquelas grutas e em mais lado nenhum do mundo”, frisou.
Sofia Reboleira explicou tratar-se de “espécies em vias de extinção”, uma vez que pelo facto de estarem confinadas a um único habitat têm uma “população extraordinariamente reduzida” e são muito “sensíveis à poluição e às alterações do habitat”. (…)
Fonte: Lusa.pt
Texto completo: JN, RTP, Expresso
Destaques 19/02/2009
Posted by Estefânia Pires in Noticias.6 comments
PARIS ÀS ESCURAS PARA ILUMINAR MENSAGEM DA HORA DO PLANETA

A Cidade da Luz vai liderar apagão mundial em resposta ao apelo da WWF para a Hora do Planeta 2009
Paris, conhecida mundialmente como a Cidade das Luzes, encabeça a lista de 28 cidades francesas que se vão unir ao apelo mundial da WWF e apagar as luzes pela Hora do Planeta 2009.
No dia 28 de Março, durante 60 minutos, Paris vai apagar as suas luzes para iluminar a mensagem da Hora do Planeta contra as alterações climáticas. A par da capital francesa, também as segunda e terceira maiores cidades do país, Marselha e Lyon, vão aderir a este apelo global. Nantes, Le Mans, Bordéus, Montpellier, St Etienne, Gap e Grenoble adensam o leque de cidades atentas às questões ambientais e que se unem a esta iniciativa da WWF.
Entre as 20H30 e as 21H30, da noite de 28 de Março, a Torre Eiffel, assim como a Catederal de Notre Damme, o Eliseu, a residência Presidencial, o Senado e a Assembleia Nacional, vão ficar apenas iluminados pela luz das estrelas.
Estes ícones parisienses adensam a longa lista de edifícios emblemáticos de cidades a nível mundial que responderam positivamente ao apagão e nos quais se incluem: o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; Table Mountain, na Cidade do Cabo; o Merlion, em Singapura; Sidney Opera House, em Sidney; a CN Tower, em Toronto, o Millennium Stadium, em Cardiff, entre outros.
“A Hora do Planeta é o palco da mudança, uma oportunidade para todos os cidadãos elevarem a sua voz em prol do que desejam: acções concretas contra as mudanças climáticas”, disse o Director-geral da WWF em França, Serge Orru.
“O povo francês está ávido por abraçar esta causa de activismo social e fazer as suas vozes ecoarem ao lado de outros cidadãos espalhados pelo mundo fora”, admitiu.
O Director-executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley, deu as boas-vindas à adesão de França à mensagem da campanha encetada pela WWF, alertando para o facto de ser “imperativo que apresentemos uma posição unida e numa escala global no dia 28 de Março. Estas 28 cidades franceses juntam-se a 377 outras, em 74 países, no mundo inteiro, chamados a serem parte activa da maior acção voluntária alguma vez testemunhada pelo mundo”.
Hora do Planeta – Informação adicional O que é?
Hora do Planeta é uma iniciativa de alerta para as alterações climáticas da rede WWF que tem como objectivo encorajar empresas, comunidades, governos e indivíduos a desligarem as luzes por uma hora no dia 28 de Março de 2009, às 20h30, com o objectivo de reduzir as emissões de gases de efeito de estufa. Em 2009, a Earth Hour espera envolver mil milhões de pessoas em 1000 cidades de todo o mundo.
Quando é?
Sábado, dia 28 de Março de 2009, entre as 20h30 e as 21h30.
![]()
DESCOBERTO HÍBRIDO ANIMAL-PLANTA

O primeiro animal que faz a fotossíntese foi encontrado no Atlântico.
É uma pequena lesma marinha com três centímetros de comprimento, que vive na costa atlântica da América do Norte, e que tem um poder até agora desconhecido na Natureza entre o reino animal: depois de comer uma alga adquire a capacidade de fotossíntese característica das plantas.
Chama-se «elysia chlorotica» e foi descoberta por uma equipa de investigadores de universidades norte-americanas e da Coreia do Sul, liderada por Mary Rumpho-Kennedy, professora de bioquímica e investigadora na Universidade do Maine. Segundo a revista científica ‘New Scientist, a lesma marinha “é a forma suprema de energia solar: come uma planta e torna-se fontossintética”. Este híbrido animal-planta gelatinoso de cor verde parece uma folha de árvore e conquista essa capacidade – que se mantém durante vários meses – com genes provenientes da alga que come, a «vaucheria litorea».
O pequeno ser obtém os cloroplastos – isto é, os objectos celulares verdes ricos em clorofila que permitem às células das plantas converter a luz solar em energia-e armazena-os nas células ao longo do seu intestino. O mais curioso é que as «elysia chlorotica» no estado jovem que se alimentem de algas durante duas semanas, podem viver o resto das suas vidas – um ano, em média – sem comer. Mas os cientistas ainda não conseguiram descobrir tudo sobre este estranho ser marinho, como reconhecem num artigo publicado na revista de referência mundial Troceedings of the National Academy of Sciences’.
Com efeito, os cloroplastos contêm ADN para codificar apenas 10% das proteínas necessárias para os manter activos e a equipa norte-americana está a ponderar várias explicações para este mistério. Mas, apesar disso, Mary Rumpho-Kennedy admite que “estes organismos fascinantes podem transformar o próprio ensino dos princípios básicos da biologia”.
Podes ler mais no site original da notícia:
http://www.pnas.org/content/105/46/17867.abstract?sid=b4a7f106-eaf1-4138-8c40-f592a17a0
![]()
EVOLUÇÃO HISTÓRIA E ARGUMENTOS

Mais um importante livro sobre Evolução. Aliás é o primeiro de três, da responsabilidade de Biólogos da Universidade de Lisboa, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e Fundação Calouste Gulbenkian. Este facto é importante para dar à obra em causa um apoio de mero resumo de textos publicados pelos autores e sem alguma validade científica. O que se fala no livro é de Ciência. Fala-se de Biologia e de Ciência.
Nada em Biologia faz sentido excepto à luz da evolução. (T. Dobzhansky, 1973).
A conhecida afirmação em epígrafe é, na nossa perspectiva, válida para a prática científica da Biologia, sendo igualmente válido afirmar-se que nada no ensino da Biologia faz sentido excepto à luz da evolução. É assim que começa a Introdução. E esta é tão importante para quem ama as ciências da Terra e da Vida que eu não pude deixar de transcrever na totalidade. Depois de lerem, vão compreender o porquê!
“Nada em Biologia faz sentido excepto à luz da evolução. (T. Dobzhansky, 1973)
![]()

Parece um exemplo típico tirado dos manuais de Evolução, com Lamarck à mistura. Os lagartos evoluíram, e de tanto rastejarem entre as pedras, perderam as pernas! Os lagartos perderam as pernas por desuso do órgão. É claro que esta explicação é lamarquiana e não reflecte a opinião do autor, mas o que interessa é que existem destes seres na Serra de Valongo, Portugal.
Chamam-se Chalcides striatus, e este é o nome científico. O povo chama-lhe cobra-de-pernas-tridáctila.
Mas este réptil não é uma cobra!
É um pequeno lagarto!
Este tem umas patas muito pequenas e tem apenas 3 dedos em cada pata (daí o nome “tridáctila”).
Tem também um corpo muito alongado e no geral o corpo é semelhante ao de uma cobra…. E movimentam-se muito rapidamente, sem fazer uso das patas, tal como uma cobra.Este animal parece mostrar a evolução do lagartos para as serpentes! Arranjem a explicação darwiniana, que a de Lamarck já eu atrofiei os órgãos.
As patas anteriores são muito pequenas e também têm ouvidos!
Logo, não pode ser uma cobra, pois as cobras não têm ouvidos! Pelo menos as cobras da ordem Squamata, porque conheço algumas da ordem Primata, classe Mammalia que têm ouvidos! E muitos!
Este lagarto foi visto em Valongo. É verdade, além das Trilobites, Valongo, tem agora as “cobras de pernas”, ou os “lagartos atrofiados”. Sendo “lagarto”, eu é claro, e face ao desaire germânico do meu clube, prefiro a primeira opção, porque não gosto de sentir-me atrofiado, nem no sentido lamarquiano do termo!
Para saber mais : http://www.azibo.org/repteis/cobra_p_t.html
Algo se passa em Marte que foge à compreensão dos cientistas espaciais. Tudo graças ao metano detectado na atmosfera de Marte em 2003 pela sonda Mars Express, da Agência Espacial Europeia (ESA). Desde então, os cientistas têm tentado estudar o comportamento deste gás que na Terra se explica por uma acção biológica ou geológica e que em Marte, ao contrário do que se poderia prever, pode indiciar a presença de vida passada ou presente ou actividade vulcânica.